Actualizações Recentes Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • rose rose 12:19 on 29 July, 2015 Permalink |  

    CHAMADA PARA O ARTE BICIMOB 2015 

    SETEMBRO O MÊS DA BICICLETA

    ARTEBICIMOB.ORG

    ArteBiciMob 2015 – O Mês da Bicicleta – Chamada para inscrições

    Pelo 9o. ano consecutivo em Curitiba, Setembro é oficialmente o MÊS DA BICICLETA.com iniciativas cívicas e culturais gratuitas, para (pró)mover o espaço público,  refletir sobre a convivência urbana e celebrar a mobilidade

    Desde 2007 o calendário ArteBiciMob está presente e se expandindo em Curitiba. O calendário das atividades de 2015 está sendo construído agora!

    Participe e colabore criando um evento para ser integrado ao calendário oficial do Mês da Bicicleta. Pedaladas, performances, exposições, cinema, oficinas, debates, palestras, festas e demais manifestações que envolvam o pensamento sobre a mobilidade em seu amplo aspecto e tambem o elogio bicicleta são propostas válidas.

    A responsabilidade da proposta é inteiramente do proponente que deve garantir a realização do evento bem como suas consequencias. Organizaçao do evento estará apenas recebendo as propostas e organizando o calendário.

    Você sabia também que setembro tornou-se o Mês da Bicicleta não só em Curitiba, mas no Paraná inteiro? É a lei número 17.385/2012 que afirma que

    . . .passará a constar no Calendário Oficial de Eventos do Estado do Paraná.,  objetivando mobilizar o Poder Público, iniciativa privada, comunidade acadêmica, escolar e outros segmentos organizados da sociedade que, juntos, concentrarão esforços no desenvolvimento de atividades, ações e campanhas que esclareçam e incentivem o uso da bicicleta como meio de transporte eficiente e sustentável. . . .

    Vamos mudar o paradigma? Vamos construir a cidade que queremos e que nossos filhos e netos gostarão de viver? Ou deixaremos apenas a herança de uma cidade agressiva e desrespeitosa com os pedestres, ciclistas e portadores de necessidades especiais? Queremos cidades para pessoas, não para os carros!

    Queremos um transporte coletivo de qualidade, que tenha prioridade e que, tenha como meta, o passe livre universal. Queremos uma frota de taxis maior e que também possa oferecer um serviço melhor e mais barato. Queremos calçadas tão boas que enobreçam o pedestre e por toda cidade. Queremos ciclovias e ciclofaixas bem projetadas e em boas condições por toda a cidade. Queremos um Centro acalmado com menos carros e mais gente andando, pedalando e ocupando as ruas. E você, que tipo de urbanismo você deseja? Que seja a favor ou contra as pessoas??

    ENVIE EMAIL PARA CÁ COM SUA IDÉIA DE PROPOSTA

     
  • Peters 20:06 on 8 June, 2015 Permalink |
    Tags: , ,   

    POR UMA CIDADE CALMA (ALÉM DO SLOGAN)
    “Binários” não são solução (sic) de nada.
    Entregue um espaço urbano aos carros e dificilmente ele será devolvido aos pedestres. Ficará para os carros.
    Degrade o espaço onde pedestres e famílias transitam e passeiam com carros e velocidade e as ruas e calçadas ficarão cada vez mais vazias, violentas e perigosas.
    Permita que a velocidade de carros aumente – e mais mortes de pedestres e ciclistas ocorrerão, com ou sem marketing institucional de cidade calma.
    Isso vale para todos os bairros de Curitiba. Da Rua Nicola Pellanda na Comunidade Antiga do Ganchinho e Umbará (onde ocorrem constantes atropelamentos) à Rua Teffé (que de um pólo calçadista a céu aberto, virou mero local de passagem). Passando pela nova Rua Francisco Rocha, um proto-binário para shopping travestido de “medida compensatória”.
    Asfalto, arrogância e falta de visão. Esta é a receita indigesta de IPPUC, o Bárbaro. Sim, ele, o grande “chef” que prepara o “bolo pronto” de uma Curitiba que anda a reboque dos grandes shoppings e empreendimentos, que parece subjugada por construtoras e especuladores, que privilegia a “ação entre amigos”, ao invés do bom planejamento urbano (cuja memória os curitibanos ainda querem honrar).
    A Salvemos o Bosque da Casa Gomm APÓIA a causa Longa Vida ao Arquipélago de Camões (CURTA LÁ!), que quer salvar 4 pracinhas do bairro Hugo Lange de um binário que pode ser tudo, menos para o ônibus Inter 2 (como o IPPUC alardeia). Mas este binário para CARROS não passará!
    E também exigimos apuração imediata – no mesmo contexto do uso de verbas federais do PAC 2 da Mobilidade para suposto projeto de mobilidade coletiva – quanto ao binário que o IPPUC quer passar DO LADO do Bosque do Capão da Imbuia (Rua Prof. Nivaldo Braga), onde mora a árvore mais antiga de Curitiba, uma imbuia possivelmente MILENAR.
    São dois binários alardeados como sendo pensados para transporte coletivo e melhorias na linha Inter 2. Mas o “curioso” é que um deles passa ao lado de onde – segundo rumores locais do Hugo Lange – uma rede de supermercados está adquirindo terrenos. E o outro conduz diretamente ao futuro maior shopping center da cidade, em construção no terreno do Jockey Club. Os curitibanos já viram esse filme, não é?
    Afinal, para quem o IPPUC planeja a cidade?

    Fonte: https://www.facebook.com/SalvemosOBosqueDaCasaGomm/photos/a.398540500267020.1073741826.398533546934382/790290114425388/?type=1&theater

     
  • Peters 20:02 on 8 June, 2015 Permalink |
    Tags: , , Ciclofaixa Inexistente, Criança, Redução de Passeio, Rua Francisco Rocha,   

    CIDADES E RUAS PARA CRIANÇAS.
    LEMBRA, IPPUC?

    No planejamento urbano que impera em Curitiba há diversas gestões, o inepto e arrogante IPPUC, o Bárbaro rasga pracinhas para que carros passem, derruba bosques para erguer shoppings e estreita calçadas para espalhar seu escuro e pegajoso asfalto, cobrindo grama, árvores, nossos sonhos.

    Foi com esta mesma desmesurada arrogância que o instituto foi (e ainda é) contra o Parque Gomm. Ao invés de juntar-se aos esforços de toda a cidade para criar o primeiro parque de bolso de Curitiba (e que, diga-se de passagem, demora a sair), o instituto optou por cruzar os braços com indiferença, chegando a referir-se publicamente ao espaço como um mero “beco”.

    Pois é. “Boa” é a nova Rua Francisco Rocha, não é? Devastada por um mar de asfalto, estreitada em suas calçadas, perdendo mais de uma dezena de árvores – tudo para agradar um shopping de luxo que é tratado pelo IPPUC com o esmero de um joalheiro e o servilismo de um cavalariço.

    Crianças não podem brincar na nova Rua Francisco Rocha, assim como nas proximidades de tantos outros binários mortais espalhados por Curitiba nos últimos anos, ou como aqueles que ora ameaçam o Longa Vida ao Arquipélago de Camões e a mata remanescente do Bosque do Capão da Imbuia (onde mora a árvore mais antiga de Curitiba).

    Não, crianças não podem brincar na nova Rua Francisco Rocha. Ainda que elas tivessem espaço para passar em uma calçada de menos de 1 metro de largura (com postes no meio), elas seriam certamente ATROPELADAS na “Pista de Hot-Wheels” de carne-e-osso que virou o local. Resta-lhes o envidraçado e climatizado shopping – claro que é ESTA a cidade que IPPUC quer para seus filhos.

    Mas, afinal, crianças deveriam poder brincar na rua?

    Claro que sim!

    Leiam o artigo “CIDADES PARA CRIANÇAS”, de Lais Fontenelle Pereira, publicado em Outras Palavras em 2013 (fonte: http://goo.gl/GkOwdH)

    “As crianças precisam de um local perto de casa,
    ao ar livre, sem um fim específico,
    onde possam brincar, movimentar-se
    e adquirir noções de mundo.” – Jane Jacobs

    Lançado há alguns meses no Brasil, Cidades para Pessoas, do arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, é interessante pela reflexão que propõe e merece leitura. Mas confesso que senti falta de um capítulo que incluísse a criança.

    As cidades cresceram vertiginosamente e, segundo estatísticas assustadoras, tão cedo não vão parar de crescer e se adensar. Sabe-se que, desde a virada do milênio, a maior parte da população global é urbana, não mais rural – e aí se inclui também a infância. Por isso a necessidade urgente de refletirmos sobre cidades mais sustentáveis, sem deixarmos de fora a relação das crianças com o espaço urbano.

    Ao contrário do que afirmam certas expressões, tais como “rua não é lugar de criança”, ou “lugar de criança é na escola”, a cidade deveria ser, sim, um espaço de encontro com a infância. Contudo, isso não é vivenciado pela maioria das crianças. Elas hoje experimentam uma invisibilidade citadina. Por quê?
    Muitos responderiam que por medo da violência, e claro que têm alguma razão. As ruas não são, na maioria das vezes, espaços seguros para crianças. Mas vale lembrar a ativista Jane Jacobs, autora de “Morte e Vida nas Grandes Cidades”, de 1961 – considerado um clássico do planejamento urbano –, quando diz que as cidades, baseadas em ideais modernistas, passaram a ser organizadas não mais como espaços públicos de encontro social e sim como conglomerados individuais, com a construção de edifícios ou condomínios fechados autossuficientes e indiferentes, e de avenidas criadas para permitir a invasão dos automóveis.

    TEXTO-MEIO

    Por isso, não é somente a falta de espaços públicos seguros e convidativos que impede as crianças de se expressar através do brincar. Elas estão confinadas em espaços privados – supostamente protegidos da violência urbana. Permanecem em casa sob o cuidado de terceiros ou na escola, por muito tempo, o que dificulta o acesso à experiência da vida na pólis. Sua relação com as cidades restringe-se aos intervalos em que transitam entre casa e escola. Suas mochilas e vozes infantis são vistas e ouvidas apenas pela manhã, na hora do almoço e no fim do dia.

    A cidade é viva e só pode ser “explicada” ao ser explorada. Viver em metrópoles é presenciar acontecimentos inesperados e insubstituíveis, que falam sobre signos, códigos e descobertas. Ao experimentar uma vida citadina real, as crianças podem exercitar cidadania e aprender concretamente sobre a cultura e história local.

    E se a cidade é lugar de aprendizagem, por que a escola não se integra ao espaço público, promovendo maior participação infantil no urbano? Uma proposta pedagógica que usasse o meio social urbano como espaço de difusão de conhecimento seria a resposta. Levar crianças a museus, parques, monumentos, feiras. Mostrar que têm direito à cidade – e principalmente às calçadas.

    Aliás, essa é uma das ousadas propostas de Jane Jacobs: outra urbanização, na qual as calçadas sejam planejadas para receber as crianças e suas brincadeiras. Ao contrário de lugares pensados com o propósito específico de receber, porém limitar, como parques e praças, a calçada pode ser viva e diversificada, espaço onde vizinhos são responsáveis coletivos pela recreação informal das crianças, criando a noção de cuidado e comunidade.

    As cidades não podem prescindir das crianças, inclusive porque elas são capazes de transformar o espaço público em espaço lúdico. O trânsito infantil contribui para o resgate de relações humanas. As crianças convidam a outro ritmo, a parar, a contemplar o entorno.

    A criança precisa ser homenageada e protegida por toda a comunidade – ou o planejamento urbano será aborrecido e falso. Uma cidade é composta não só por carros e edifícios, mas por pessoas que sentem e se afetam. Já existem ações que apontam para isso. O Dia Mundial Sem Carro, que espalha pelas ruas múltiplas atividades de lazer convidativas ao encontro, é um exemplo de mobilização social. Cidades para pessoas e para crianças: o direito à cidade e à vida urbana é, antes de tudo, condição de humanismo e democracia.

    Foto: Robert Doisneau, “Les écoliers de la rue Damesme”, Paris, 1956.

     
  • oscar 17:23 on 17 January, 2015 Permalink |
    Tags: , , Gustavo Fruet   

    Prefeitura de Curitiba veta principal trecho da Lei da Bicicleta 

    fruet-posse-bicicleta-620x315O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), atropelou a vontade de mais de 14 mil cidadãos ao manobrar e vetar as principais conquistas estabelecidas pela Lei da Bicicleta. A legislação, que surgiu de uma iniciativa popular e foi aprovada pela Câmara de Vereadores no mês passado, acabou perdendo seus pontos mais importantes, tornando-se praticamente mero apêndice jurídico sem qualquer efeito prático. O texto da lei foi promulgado pelo Executivo nesta sexta-feira (16) e publicado no Diário Oficial do Município como Lei n.º 14.594 de 2015. O blog Ir e Vir de Bike obteve com exclusividade a informação de que a Procuradoria do Município, por sugestão do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), buscará interpretar o novo texto legal sob o conceito de “vias cicláveis”. O artigo 1.º determina expressamente a destinação de 5% das vias urbanas para a construção de “ciclofaixas e ciclovias”. A intenção da prefeitura é, através desta interpretação, englobar as chamadas “vias calmas”. Na prática, porém, a estratégia serve simplesmente para adequar a cidade à lei sem a necessidade de se construir um metro de ciclovia sequer. Isso porque, segundo artigo 58.º do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), todas as vias públicas regulares já são legalmente “cicláveis”. Já o artigo 3.º foi vetado integralmente pela prefeitura. O dispositivo previa a destinação de 20% da arrecadação municipal com as infrações de trânsito urbano à promoção da bicicleta e da mobilidade urbana sustentável. A justificativa da prefeitura é de que o artigo é inconstitucional ao citar os recursos oriundos do Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito, que não poderiam ser regulados por lei municipal. A prefeitura, entretanto, não recebe repasses deste fundo segundo dados do Portal da Transparência do Município e do site do Tesouro Nacional. Sobre a parte que regula a destinação dos recursos municipais, a justificativa é a de que a destinação dos recursos é atribuição exclusiva do Executivo, não podendo uma lei dispor a este respeito — ainda que o texto tenha passado sob o crivo da Comissão da Câmara e de que outras capitais apliquem esse tipo de dispositivo legal. Na prática, com o veto, a prefeitura simplesmente fica desobrigada de investir cerca de R$ 10 milhões por ano na infraestrutura cicloviária e em ações educativas de promoção ao uso da bicicleta — mais de 5 vezes os recursos previstos no Orçamento de 2015 para a área. Com os vetos do prefeito, o único artigo que terá validade plena é o que determina a reserva de espaços para bicicletas, na forma de bicicletários e/ou estacionamentos nos terminais de transporte coletivo; estabelecimentos de ensino; complexos comerciais como shopping centers e supermercados; e praças e parques públicos. De qualquer forma, entre uma capivara e outra, a prefeitura vai continuar tentando capitalizar politicamente em cima das bicicletas. Muito provavelmente, o perfil da “Prefs” no Facebook vai tentar aliviar o impacto negativo da notícia e dizer que a administração municipal de Curitiba é, sim, “amiga da bike”. Para justificar, a prefeitura vai citar os 3 quilômetros de Via Calma na Av. 7 de Setembro e abusar da engenharia criativa, aquele artifício que, em um passe de mágica, multiplica por 2 a quilometragem da infraestrutura implantada na cidade pela atual gestão. Se não recuar da decisão, o prefeito inovador que fez pose de ciclista na foto da posse, será lembrado apenas como o político que atropelou, sem dó, um dos mais belos episódios de participação cidadã na história da cidade. Plano Cicloviário Nesta sexta-feira, a prefeitura entregou ao ministro das Cidades um projeto do plano cicloviário do município, no valor de R$ 105 milhões. De acordo com o site oficial do Executivo municipal, o plano “prevê a implantação de 300 quilômetros de vias cicláveis em Curitiba até o final de 2016, consolidando a bicicleta como modal de transporte de forma integrada aos demais” [grifo por nossa conta!]. Segundo a prefeitura, nos primeiros dois anos de gestão, foram implantados 67 quilômetros de novas vias cicláveis, o que corresponde a mais da metade da antiga malha cicloviária existente, de 127 quilômetros, que havia sido implantada ao longo dos últimos 40 anos. Na prática, é preciso dividir o número por dois para se chegar mais próximo da realidade. No projeto entregue ao ministro Kassab estão contemplados mais 184,74 quilômetros de novas vias cicláveis e 34,30 quilômetros de vias cicláveis a serem requalificadas, totalizando 219,04 quilômetros. O projeto também prevê a implantação de 1.920 vagas protegidas para o estacionamento de bicicletas em terminais de ônibus (bicicletários), 400 vagas protegidas para o estacionamento de bicicletas em parques (bicicletários) e 3.200 vagas em paraciclos a serem instalados em diversos pontos da cidade. O script está pronto: a prefeitura fez um plano no papel, mas não tem dinheiro (nem vontade política) para executá-lo. O projeto foi entregue ao Ministério das Cidades, pedindo R$ 100 milhões para as obras. Detalhe: o ministro é o Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo (aqui um parênteses: Kassab está para a causa da bicicleta assim como um panda está para as ciências aeronáuticas). Se a verba não sair, Fruet vai lavar as mãos e dizer “Eu tentei! O governo federal que não apoiou o nosso projeto de 300 quilômetros de ciclovias”. E tudo ficará como antes – exceto pelo fato de que, antes, 1 mais 1 era igual a 2, e não a 4. Retificação Este texto foi atualizado às 21h do dia 16/1. Ao contrário do publicado na primeira versão, a lei foi promulgada na sexta-feira e o artigo 1.º não chegou a ser alterado. Ao invés da mudança no artigo, o prefeito expressa a “necessidade de ajustes de ordem técnica no teor do texto” em matéria que será encaminhada à Câmara, conforme consta na justificativa do veto.

    ***ATENÇÃO!*** Reprodução permitida de no máximo 2 (dois) parágrafos de texto. Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://irevirdebike.com.br/prefeitura-de-curitiba-vai-vetar-principais-trechos-da-lei-da-bicicleta/ ou as ferramentas disponíveis na própria página.
    Consulte os Termos de Uso do conteúdo do site. © Ir e Vir de Bike

    Este irretocável texto do Alexandre, ciclista e jornalista residente em Curitiba, faz uma perfeita análise da situação do Movimento Cicloativista de Curitiba. Leia este e outros interessantes textos sobre as questões de ciclomobilidade em: http://irevirdebike.com.br/

     
  • rose rose 08:48 on 10 September, 2014 Permalink |  

    DIA SEM CARROS1/2 

     
  • meandros 13:22 on 3 September, 2014 Permalink |  

    Bicicletada Super Heróis! 

    Bicicletada GibiCon

     
  • Vinicius Massuchetto 11:56 on 1 September, 2014 Permalink |  

    Arte Bicicleta Mobilidade 2014 

    artbicimobi2014

    Venha participar da #ArtBiciMobi2014 que acontece todo mês de setembro em #Curitiba. Veja a programação completa: http://t.co/Kwxb8JFBYw

     
  • Vinicius Massuchetto 10:56 on 30 August, 2014 Permalink |  

    Saia de bici 

    image

     
  • rose rose 10:58 on 29 August, 2014 Permalink |  

    A exatamente 5 anos atrás 

    bicicletada sao paulo e bicicletada curitiba

    por André Garcia.

    -Salve Sofia Ananda com 17 dias agora com 5 anos.

     
  • rose rose 10:54 on 29 August, 2014 Permalink |  

    TRANSMISSAO AO VIVO DO DESAFIO INTERMODAL DE CURITIBA 2014 

    http://www.ustream.tv/channel/desafio-intermodal

     
c
Compose new post
j
Next post/Next comment
k
Previous post/Previous comment
r
Responder
e
Editar
o
Show/Hide comments
t
Go to top
l
Go to login
h
Show/Hide help
shift + esc
Cancelar
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 93 outros seguidores

%d bloggers like this: